Quando as diferenças não são anomalias

No último post, eu fiquei nos casos em que os educadores, por engano, a perpetuação dos desastres na busca da excelência educacional. Agora, eu quero falar sobre outros erros frequentes que causam dramas onde o ponto crucial da questão é um padrão diagnóstico equivocado.

Quando a medicalização das diferenças começaram a criar doenças em comportamentos que fugiam, mesmo discretamente, de normalidade, começamos a receber os alunos tangidos de inúmeras outras instituições, tais como “problemas”, com diagnósticos complexos ou, outras vezes, sem diagnóstico. Tanto um como o outro foram enquadrados na categoria “inclusão”, que é especial.

Uma grande parte destes “incluídos”, apresentado problemas de integração social ou dificuldades de aprendizagem que, em escolas, não em massa, teria de ser superada, desde que acudidas, em sua origem, e reuniu-se, de forma adequada, a toda a comunidade escolar, em estreita harmonia com a família. Um serviço de Orientação Educacional autoridade, que é dirigido a professores e tornar o ambiente escolar pode gerar as condições necessárias para a re-inclusão, sem grandes traumas.

Há tempos venho observando, para os casos de inclusão efetiva que temos recebido e foi capaz de observar, com algumas exceções, de que tais alunos foram tratadas como “casos perdidos”. Movido pelas escolas dispostos e sensíveis aos problemas dos alunos, mas sem o treinamento adequado, sem a necessidade de ser cuidadoso com suas singularidades e, na maioria das vezes, apoiando as diferenças até o estreito limite da complacência da comunidade. Não há necessidade de sair, um pouco mais, o padrão de conduta da instituição, as famílias foram convidadas a buscar “instituições especializadas”.

Evidente que há casos em que as escolas regulares não têm condições de acolhimento adequado. Mas são casos extremos que não se enquadram em mais flagrantes de alunos que vêm até nós como “especial”. Então, o que é claro é que, além do exagero ou imprecisão dos diagnósticos que iria caracterizar necessidades especiais, temos a falta de preparação das instituições e, acima de tudo, uma verdadeira epidemia alarmistas que atinge as famílias, quando eles percebem que seus filhos fugir a um padrão sócio-intelectual do conjunto. Este, efetivamente, não caracteriza a anormalidade e não definido como morbidade.

 

O Professor Henrique Vailati Neto é diretor do Colégio FAAP – SP. Formou-se em História e Pedagogia, com mestrado em Administração de empresas. É professor universitário nas disciplinas de Sociologia e Ciência Política. Tem quatro filhos e quatro netos.

Certamente, mas é preciso relativizar a responsabilidade dos pais. Hoje existe uma dificuldade em sair da adolescência e entrando na vida adulta. A adolescência foi se espalhando. Duas gerações atrás, a adolescência foi uma fase de desenvolvimento que passou de 13, 14 anos até os 16, 17 anos, e, em seguida, teve a conversa: as pessoas eram adultos. De repente, os adolescentes começaram a canto a criança para um canto cada vez mais remota, uma criatura de 9 anos já é um púberes e pré-adolescentes – e se estender a até 35 anos, talvez. Quero dizer: por um lado, é mais complicado para sair de casa, porque a vida é mais difícil; em outros, é mais fácil ficar em casa com seus pais. As razões para sair de casa que as outras gerações tiveram a ter uma vida mais livre com o namorado ou a namorada, ter um espaço só seu – agora são possíveis em casa com seus pais. Assim, os jovens são mais refratários para enfrentar a vida adulta. Não só por causa das frustrações que foram poupados – se fosse –, mas porque é mais fácil de obter.

Reclamação recorrente nas empresas é que os jovens, em geral, têm dificuldade de enfrentar as responsabilidades e a competição do mercado de trabalho, porque eles foram superprotegidos. Você concorda com essa avaliação?

Em certa medida, todas as gerações enfrentam essa dificuldade. É sempre um choque para entrar no universo de trabalho competitivo. Portanto, é necessário algum cuidado com esta visão. Na minha opinião, a grande batalha que vivemos hoje é entre a competição e a solidariedade. E, neste sentido, muitas escolas estão cometendo um grande erro ao valorizar a competição.

Como assim?

Nossa espécie conseguiu chegar até aqui, do jeito que está. Quero dizer, nós não temos chifres, garras, uma mandíbula poderosa, não temos a força de um urso, não temos rápido… é Só vir até aqui, porque, em algum momento, nós fomos capazes de superar a violência, a agressividade, para descobrir a solidariedade e passar a viver em grupo. Por isso, atrevo-me a dizer que o que salvou a espécie humana foi a solidariedade. E eu me atrevo a dizer que que pode vir a salvar-nos do caos atual é a redescoberta da solidariedade. A saída não é a de criar filhos competitivo para sobreviver na selva de pedra, mas de pessoas que é capaz de transformar a selva de pedra. E isso pode ser conseguido com uma aliança entre a escola e a família. Que é onde nós vamos mudar o mundo. Quando se fala de superproteção, pensamos imediatamente os pais. Mas as escolas têm um papel fundamental nesta questão.

Você vê essa preocupação nas escolas?

Minha impressão é de que algumas escolas já estão se movendo nessa direção, a formação de equipes, para alimentar a solidariedade e a empatia. Empatia é a matéria-prima da solidariedade. Eu diria que os pais devem criar os filhos na solidariedade, e as escolas devem alimentar este caminho. Vamos esquecer essa história de quem é a culpa. Nós, ao lado da responsabilidade. Ao contrário de culpa, a descoberta de responsabilidade dá-lhe poder. A família, a escola, a sociedade, os três têm uma responsabilidade. Que cada um faça a sua parte para treinar pessoas na solidariedade.

No evento, no dia 20 de setembro, Pimentel disse que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) está em fase final de elaboração do projeto. “Estamos trabalhando para oferecer uma linha de crédito específica para a cooperativa médico, que permitem o investimento em unidades de saúde e tem como garantia das provisões técnicas, que os operadores já a segurar a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS)”, disse na época.

O ministro responde a ação de improbidade administrativa, e cujo mérito ainda não foi julgado, perdoando a quase us$ 200 milhões em dívidas da Unimed-BH, quando ele foi prefeito da capital de minas gerais. A ação é executada em 3.ª Vara da Fazenda Municipal da Justiça e de Minas e ainda está em fase de investigação.

De acordo com o Ministério Público de Minas, Pimentel enviado para a Câmara Municipal de Belo Horizonte, em 2004, o projeto de lei que excluía o ato cooperativo médico da base de cálculo do ISS. O texto autorizado o município a abster-se de ação de execução contra o plano de saúde. Aprovado pelo conselho da cidade, a lei reduziu a dívida fiscal da Unimed-BH$ 222,1 milhões para R$ 44 milhões.

Mesmo assim, de acordo com o Ministério Público, a dívida restante não foi pago no prazo estipulado no acordo. A Promotoria de Defesa do interesse Público sustenta que não houve dano ao erário, e pede a condenação de Pimentel para compensar a suposta perda, além de uma multa e a suspensão de direitos políticos.

A ação foi proposta em 2006, mas o juiz de 1.Não. instância não a recebeu, afirmando que a rota escolhida para a pergunta que o assunto não era adequada. O Ministério Público recorreu e os desembargadores do Tribunal de Justiça de Minas determinou que o processo deve continuar.

A Unimed-BH apelou para o Superior Tribunal de Justiça (STJ), que não acolheu os seus argumentos. Só no ano passado, a ação voltou a tramitar em 1.ª instância, que ainda não analisou o mérito.

Troque ideia com o professor: col.diretoria@faap.br

Seja o primeiro a comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado.


*