O que a configuração de uma cidade diz sobre o peso de seus habitantes | Superinteressante

(filipefrazao/iStock)

O layout de casas, edifícios e praças da sua cidade pode ter um interesse em que o número que aparece quando você subir na balança. Foi o que identificou os pesquisadores da Universidade de Washington, nos Estados Unidos, em um estudo publicado na revista científica JAMA em Rede Aberta.

Os estudiosos desenvolveram um algoritmo que analisa a infra-estrutura de uma cidade, e os níveis de obesidade – la a partir de dados epidemiológicos relativos a registos a partir de um satélite e do Google Street View, uma ferramenta que permite visualizar imagens panorâmicas de ruas de todo o mundo.

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No trabalho, os seis municípios foram analisados, todos em solo americano: Bellevue, Seattle Tacoma, Los Angeles, Memphis e San Antonio. Os especialistas avaliaram aspectos, tais como as áreas verdes, os tipos de casas, proximidade de edifícios e até mesmo a presença de pet shops e lojas de conveniência, lugares onde as pessoas, geralmente a pé.

O algoritmo mostrou que as regiões com mais natureza e maior espaçamento entre os prédios, por exemplo, tem uma prevalência de menos de pessoas obesas. Já as áreas em que o principal meio de transporte é o carro ou nas ruas e avenidas não são propícias para os peões, a pé, tendem a ter os habitantes mais pesado.

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Os resultados podem parecer óbvias, mas os autores acreditam que o método é eficaz tanto para os cientistas que estão pesquisando a relação entre as cidades e o excesso de peso como para ajudar a implementar projetos e políticas públicas que têm como objetivo estimular a prática de atividade física e o acesso a alimentos saudáveis. E então, que tal realizar suas tarefas do dia a caminhada hoje?

Estudante do ensino médio, durante a apresentação do TCC, em 2018 (Foto: Divulgação/Ophelia)

Desde o início do ano, os alunos do 3º ano do high SchoolOphelia, estão se preparando para a apresentação do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), que será realizada na última semana de novembro. Para isso, eles contam com as orientações da disciplina de Metodologia do Trabalho de Conclusão de Curso (MTCC).

De acordo com a professora Marcia Garcia, professor da disciplina MTCC, as aulas destinam-se a orientar os alunos, uma vez que a pesquisa para a definição dos temas, mesmo os mais pontuais do seu trabalho, tais como campo de pesquisa, escrita, ilustração e aplicação de normas técnicas, entre outros detalhes.

As apresentações são feitas para uma banca de especialistas (Foto: Divulgação/Ophelia)

 

Considere o TCC como uma ferramenta fundamental para preparar os estudantes para a universidade, Ofélia vê nesta disciplina uma grande oportunidade para as turmas do último ano do ensino médio, como eles podem expandir em um tópico de seu interesse e, ainda, para saber, na prática, como o desenvolvimento de um trabalho de conclusão de curso completo.

“Os estudantes do ensino médio têm acesso a uma gama de conhecimentos, que envolvem desde a organização dos elementos para produzir o trabalho, métodos de pesquisa e de orientação, o que faz com que eles percebam, no curso do processo, a melhor maneira de obter a informação que é importante para compor o seu trabalho”, explica a professora Marcia Garcia.

Apresentações dos Tccs serão realizadas na última semana de novembro (Foto: Divulgação/Ophelia)

 

Os alunos irão apresentar seu trabalho de conclusão, no final de novembro, protocolaram os temas escolhidos, no primeiro semestre.

Apesar de ainda não ser capaz de revelar temas e títulos, professora Marcia disse que, este ano, o trabalho dos estudantes vai abordar questões nas áreas de tecnologia, gamificação e aumento do uso de aparelhos eletrônicos, além de assuntos relacionados às áreas de saúde, moda, beleza, cultura, comportamento, esporte.

O trabalho será apresentado, entre os dias 26 e 30 de novembro, para uma banca especializada na biblioteca de Ofélia.

Além disso, pa

“O repórter multimídia” foi o tema do segundo bloco de palestras do segundo dia da Semana Estado de Jornalismo. Participaram do debate, o editor executivo do portal Estadão, Luis Fernando Bovo, o jornalista Edison Veiga, vencedor do Prêmio Petrobras para a reportagem “a Família Imperial – Uma Nova História”, e Luiz Iria, um especialista em Gráficos e Inovação Digital.

“O digital está aqui para ficar. É sempre mais presente na vida das pessoas e os profissionais devem se acostumar a trabalhar com esta nova dimensão”, disse, destacando a forma como as novas gerações serão os novos consumidores de mídia digital.

Contando com o trabalho de informar sobre a família imperial brasileira, Veiga informou sobre as passagens que permitem a produção da matéria, destacando como trabalhar com fotos e infográficos é muito mais agradável para o leitor. “Uma história bem trabalhada, mas sem imagens, ou sem infográficos perde o seu valor. Os texto, fotos e gráficos de trabalhar juntos. Uma coisa não exclui a outra”, disse Veiga.

Seria apontou que as três principais funções do infográfico são “estados com a velocidade e dinamismo”, “gerar um impacto visual para atrair e surpreender através de imagens” e “gerar emoção, provocando uma reação diferente para cada tema.” O especialista mostrou o trabalho feito nas revistas Superinteressante e Mundo Estranho, como os infográficos “Desastre do Titanic”, sobre o naufrágio do Titanic, e o “X-Ray do Plástico” , que mostrou os efeitos da cirurgia de plásticos. Este último trabalho ganhou a medalha de ouro da Sociedade de Publicação Designers (SPD), sendo a primeira revista no brasil para ser premiado.

Bovo analisou a realidade de web TV, destacando como elas não são concorrentes da televisão tradicional. “Quem tem acesso à televisão através da internet, escolha um produto específico de qualidade e o foco é diferente, e por isso os profissionais da web TVs devem trabalhar sobre estes dois pontos”, disse o editor.

Respondendo a uma pergunta sobre a estratégia do grupo Estado em relação à Mídia Ninja, Bovo explicou que esta nova capa é interessante, mas “nada substitui o bom jornalismo”. “Quando começaram as manifestações, os usuários da internet, procurou os jornais estabelecidos para informar. Procurou o Estadão. O papel dos Meios de comunicação Ninja é importante, mas somente isso não é suficiente. Novas ferramentas não são diferenciais. Precisa ter uma cópia de segurança,” disse Bovo.

ra as classes de MTCC, que têm lugar uma vez por semana, os alunos contam com a orientação dos professores da faculdade, que são escolhidos de acordo com os temas e os interesses dos alunos. Os professores orientadores também participou de todo o processo, desde a definição dos temas, até a conclusão do trabalho.

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